quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Novo e-mail

Olá,  Bom dia

Criamos um e-mail para melhor nos comunicarmos, este e-mail tem como objetivo a interação de coroinhas que querem tirar suas duvidas e também outras comunidades que querem interagir junto conosco, uma forma útil e praitca de comunicação e tecnologia...

O e-mail é : coroinhaseacolitosdavila@yahoo.com

Participe

Felipe da Silva Freitas
Animador de Coroinhas e Acólitos D'avila

domingo, 31 de outubro de 2010

Mais algumas fotos...





Encontrão de Acólitos, Ministros e Coroinhas - Ministrado por Felipe, no dia 30/10/2010

Liturgia nota 10



                                              Junto nossa Padroeira Santa Terezinha
                                                                      Nossa Comunidade


Nosso animador Bruno


Acolhida 

Ministros e Coroinhas



Santa Terezinha Rogai Por nós

Nossa Mãe Aparecida

Acolhida

Vista Aérea  de nossa comunidade



Vamos dar nossa opinião- Luiz 


Convidados debatendo

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

São Domingos Sávio

SÃO DOMINGOS SÁVIO



“Antes morrer do que pecar”
“Procureis o que é agradável ao Senhor e não participeis nas obras estéreis das trevas, pelo contrário, condenai-as abertamente. “(Ef.5,10-11).

O Pequeno Domingos Sávio nasceu aos 2 de abril de 1842 numa aldeia perto de Turin.
Filho do ferreiro Carlos Sávio e da Dona Brígida, que apesar da extrema pobreza, viviam num ambiente familiar de amor, fé e alegria.
Domingos era uma criança especial e sempre surpreendia seus pais com gestos de afeto, palavras de encorajamento e edificação
No ano de 1847, os Sávio partem para um lugar, chamado Murialdo, D. Brígida trabalhava como costureira, além de cuidar dos afazeres domésticos, e Seu Carlos Sávio, além de ferreiro, trabalhava no campo.
O Capelão de Murialdo era o Padre João Zucca, Sacerdote Santo e piedoso que logo percebeu no pequeno Domingos Sávio um perfume de Santidade.
Numa fria manhã de inverno, por volta das 5 horas. Padre João ao abrir a Igreja para a primeira missa , encontra o pequeno Domingos, envolto em agasalhos, na escadaria aguardando a missa, tinha apenas 5 anos de idade.
Daquele dia em diante Domingos Sávio começou a servir nas missas como coroinha.
No ano de 1848, Domingos começa a frequentar o 1° ano primário e por sorte seu professor era o Padre João Zucca.
Era comum naquela época que as crianças recebessem a 1ª comunhão aos 12 anos, porém, Padre João Zucca , conversando com alguns sacerdotes dos povoados vizinhos e de comum acordo quiseram conhecer Domingos que estava com 7 anos e testar seus conhecimentos e virtudes.
Todos os sacerdotes foram unânimes em aprovar nosso Santinho, e no dia 08 de abril de 1849, festa da Páscoa, recebeu Jesus na Eucaristia.
Ao chegar em casa, escreve seu tratado de vida:

“Lambranças da minha 1° Comunhão.”

01. Confessar-me-ei com muita frequência e farei a comunhão todas as vezes que o confessor permitir.
02. Quero santificar os Dias Santos.
03. Meus amigos serão Jesus e Maria.
04. Antes morrer que pecar

Para continuar seus estudos, Domingos deveria ir e vir a Castelnuovo que distava cerca de 5 km de sua casa, perfazendo, assim, 10 km diários. Apesar de sua aparência frágil e de sua estatura franzina, suportava frio, chuva e calor com paciência e amor.
Certo dia um camponês que diariamente o via passar a pé perguntou-lhe:
-Você não tem medo de andar sozinho por estes caminhos:
-Nunca estou só, meu anjo da guarda me acompanha! Respondeu Domingos.
O camponês, surpreso acrescentou:
-Vai se cansar, com este calor!
-Não, não me canso porque trabalho para um patrão que me paga muito bem!
-Para quem trabalhas? Quem é teu patrão?
- Nosso Senhor, que paga até um copo de água dado por seu amor!
A família Sávio decidiu retornar para Mondônio, lá havia escolas e Domingos não precisaria caminhar tanto.
No Colégio conheceu Pe. Cagliero, que era seu professor e logo percebeu em Domingos uma grande bondade.
Ainda neste colégio, Domingos, foi injustamente acusado de uma grave falta que seus colegas cometeram. Ele porém calou-se! Foi repreendido publicamente mesmo sendo inocente.
O Pe. Cagliero era amigo e conterraneo de Dom Bosco, e pensou que a seu lado Domingos Savio receberia uma excelente formação.
No dia 2 de outubro de 1854, aconteceu o primeiro encontro, em Castelnuevo, na frente da casa do irmão de Dom Bosco.
Domingos Sávio perguntou à Dom Bosco:
-Leva-me a Turim para estudar?
-É, parace que temos ái uma boa fazenda! Respondeu Dom Bosco.
-E para que pode servir essa fazenda? Perguntou Domingos Savio
-Para fazer uma roupa e dá-la de presente
a Nosso Senhor.
-Então eu sou a fazenda e o Senhor é o alfaiate, leve-me e faça de mim uma bela roupa.
Sendo assim, no dia 29 de outrubro de 1854, Domingos fez um pacote com livros e roupas e tambem com algumas guloseimas que sua mãe preparou para a viagem. A separação foi penosa, porém decisiva.
Domingos cheio de encanto, apesar da separação da familia, encontrou um lar, o pai Dom Bosco e a Dona Margarida mãe de Dom Bosco, e mais 115 irmãos que corriam, jogavam, estudavam, aprendiam algum oficio e rezavam.
Dom Bosco, a cada instante, se surpreendia com seu aluno Domingos!
Domingos dizia: “Os olhos são a janela da alma. Pela janela passa o que se deixa passar. Por ela podemos deixar passar um anjo ou um demonio, e fazer com que um deles se torne dono do nosso coração” e assim Domingos dava exemplos e lições de vida, com o tempo conquistou a todos, até que em fevereiro de 1857, durante um rigoroso inverno, foi acometido de uma tosse gravissima e a conselho de Dom Bosco, voltou para casa de seus pais para um bom tratamento.
Domingos, ao se despedir de Dom Bosco disse:
-Eu não volto mais... Em seguida pede a Dom Bosco perdão e este assim respodeu:
-Garanto-lhe em nome de Deus que seus pecados foram todos perdoados.
Domingos beija a mão do pai Dom Bosco e parte para sua casa, a dor da partirda dilacera o coração do mestre e seus colegas.
Ao chegar em casa recebe o amor e a afeição de seus pais e irmãos, todos fazem festa com a sua volta, seu estado de saúde se agrava e são obrigados a chamar o médico.
Por alguns dias o médico acompanhou o sofirmento do jovem Domingos, porem seus estado piorava e ele se mantinha sereno, apesar das dores.
Em tudo daca graças a Deus e tudo ofericia por amor a Jesus.
Em 9 de março de 1857, Domingos nascia uma segunda vez diretamente para o céu, estava com 15 anos e no dia 12 de junho de 1954 Pio XII o eleva a honra dos altares.
São Domingos Sávio viveu o ideal da santidade, deixando o exemplo para todos os jovens idependente seu tempo.

Oremos

Ó amável São Domingos Sávio, que em vossa breve vida, fostes admiravel exemplo de virtudes cristãs, ensinai-no a amar Jesus com vosso fervor, à Virgem Santa com vossa pureza às almas com vosso zelo; fazei ainda que imitando-vos no proposito de tornarmo-nos santos, saibamos como vós preferir a morte ao pecado, para poder-vos encontrar na eterna felicidade do céu.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Precisamos de PAZ....

Em que mundo estamos?

Com tantas

MORTES..........

VIOLÊNCIA............

BRIGAS.............


Quando deixaremos o Criador agir em nossa vida?
Quantas guerras e mortes teremos que ver para que tudo se acabe?


Deixamos ele entrar, e só então a PAZ reinara.

Deus Abençoei

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

ORAÇÃO DO ACÓLITO

ORAÇÃO DO ACÓLITO


Senhor Jesus Cristo, sempre vivo e presente conosco, tornai-me digno de Vos servir no altar da Eucaristia, onde se renova o sacrifício da Cruz e Vos ofereceis por todos os homens. Vós que quereis ser para cada um o amigo e o sustentáculo no caminho da vida, concedei-me uma fé humilde e forte, alegre e generosa, pronta para Vos testemunhar e servir. E porque me chamaste ao Vosso serviço, permiti que Vos procure e Vos encontre, e pelo Sacramento do Vosso Corpo e Sangue, Permaneça unido a Vós para sempre. Amém.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Por uma Igreja que pensa - Pe. Zezinho, scj

vamos refletir...


Por uma Igreja que pensa - Pe. Zezinho, scj


Leitores que não preparam as leituras.
Cantores que não ensaiam os cantos.
Coroinhas que não ensaiam sua parte.
Sacerdotes que não preparam seus sermões.
Catequistas que não lêem os documentos da Igreja.

Pregadores que não leram o catecismo.
Cantores de desafinados que insistem em liderar os cantos da missa.
Músicos sem ritmo e sem ensaios que tocam alto e errado.
Cantores que dão show de uma hora
sem perceber que a guitarra e o baixo estão desafinados.
De quebra, também um dos solistas...

Autores que não aceitam corrigir seus textos e suas letras,
antes de apresentá-los a milhões de irmãos na fé.
Cantores que teimam em repetir uma canção
cuja letra o bispo já disse que não quer que se cante mais.
Párocos que permitem que qualquer um lidere as leituras e o canto.
Párocos que permitem qualquer canção, mesmo se vier errada.

Sacerdotes que ensinam doutrinas condenadas pela Igreja,
práticas e devoções com ranços de heresia ou de desvio doutrinário.
Animadores de programas católicos com zero conhecimento de doutrina.

*** Parecemos um hospital que, na falta de médicos na sala de cirurgia,
permite aos secretários, porteiros e aos voluntários bem intencionados que operem o coração dos seus pacientes.

Há católicos aconselhando, sem ter estudado psicologia.
Há pregadores receitando, sem conhecer a teologia moral.
E há indivíduos ensinando o que lhes vem na cabeça,
porque, entusiasmados com sua fama e sua repercussão,
acham que podem ensinar o que o Espírito Santo lhes disse naquela hora.

Nem sequer se perguntam se de fato era o Espírito Santo que lhes falou
durante aquela adoração, ou aquela noite mal dormida!

Está faltando discernimento na nossa Igreja!
Como está parece a casa da mãe Joana,
onde todos falam e apenas uns poucos pensam no que falam.
Uma Igreja que não pensa acaba dando o que pensar!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Resumo dos Coroinhas

Liturgia e Celebrações Litúrgicas

O que é liturgia? Liturgia é, antes de tudo, AÇÃO. Ação supõe movimento. A liturgia se expressa mediante palavras e gestos. Por isso, dizemos que a liturgia é feita de sinais sensíveis, ou seja, sinais que chegam aos nossos sentidos (tato, paladar, olfato, visão e audição).

Antigamente, fora do campo religioso, liturgia queria dizer ação do povo. A Igreja passou a aplicar este termo para indicar ação do povo reunido para expressar sua fé em Deus, nada mais é a relação do povo com Deus.

O que é celebrar?

O ato de celebrar implica alguns elementos importantes:

  • Celebrar é um ato público
  • Celebrar supõe que haja momentos especiais
  • Celebrar requer motivação
  • Celebrar depende de ritos
  • Celebrar supõe espaço
  • Celebrar requer tempo

Por isto meu caro coroinha é importante que você sirva com muito carinho e amor a liturgia, porque se você não tiver um ato de celebrar coerente, com certeza a liturgia não acontece. Então é super necessário que você tenha esses elementos importantes para servir o altar do Senhor, utilizando de forma certa e no tempo certo.

Celebrações Litúrgicas

O que são celebrações litúrgicas? São encontros de Deus com seu povo reunido. Esses encontros se realizam mediante algumas condições que chamamos elementos constitutivos da celebração litúrgica.

Os principais elementos que constituem uma celebração litúrgica são os seguintes:

  • Assembléia: são pessoas batizadas que se reúnem para celebrar.
  • Ministros: ministros ordenados (bispos, padres, diáconos) e os ministros instituídos (leitores e acólitos). Há também os ministros extraordinários para distribuição da eucaristia, ministro da palavra, ministro do batismo... E ministros para os vários serviços da celebração litúrgica.
  • Proclamação da Palavra de Deus.
  • Palavra da Igreja: explicação da palavra proclamada, homilia e orações.
  • Ações simbólicas: ritos e símbolos mediante os quais os fiéis entram em comunhão com Deus.
  • Canto: indispensável na celebração, o canto expressa a harmonia dos cristãos, unidos pela mesma fé.
  • Espaço: local da celebração, mas significa também ocasião para se reforçar os laços da fraternidade; momento da organização e luta por melhores condições de vida, e ambiente da festa humana.
  • Tempo: é a sucessão das horas do dia e da noite, mas é também o instante de graça de Deus; são momentos em que Deus, desde toda a eternidade, vai realizando seu plano de salvação na história humana.

E assim se forma todo ato litúrgico, por isto exige dedicação e espiritualidade.

Símbolo e gestos simbólicos

Um dos símbolos: O crucifixo é um grande símbolo, porque todo cristão deve conhecer no crucificado a pessoa de Jesus Cristo, que nos redimiu do pecado e nos salvou. Portanto, aquele objeto de metal, madeira, ou outro material, simboliza nosso Redentor, Jesus Cristo. Por isso tratamos com respeito o crucifixo.

Gestos simbólicos são ações que têm a mesma função do símbolo, isto é, nos transportam para outra dimensão, outra realidade, que porém tem relação com o gesto simbólico. Por exemplo, no inicio e no fim da missa o padre traça sobre si o sinal-da-cruz, enquanto diz as palavras “Em nome do Pai, e do filho, e do Espírito Santo”. É um gesto simbólico, que nos remete à Santíssima Trindade a quem invocamos nesses momentos.

Esses símbolos e gestos são importantíssimos em um ato litúrgico e na nossa vida na fé!

Vou deixa bem claro que podemos escolher os símbolos para as celebrações, mas não devemos fazer deles como se fossem brinquedos, porque, à medida que não colocamos em prática de forma certa, empobrecemos seus significados e encurtamos o seu alcance. Os símbolos fazem parte da nossa vida quando praticamos a nossa fé conforme sua compreensão, sua história de vida, sua situação no momento atual.

Um símbolo bem aproveitado nas celebrações poderá ser suficiente para atingir os objetos desejados pela equipe da liturgia. Por isso, numa mesma celebração litúrgica, não se devem acumular símbolos. Símbolos amontoados são símbolos desperdiçados.

Posturas, movimentos e gestos

Nas celebrações litúrgicas, as diversas posturas ou atitudes são expressões corporais simbólicas que expressam uma relação com Deus.

Apresento as principais posturas:

  • Estar em pé: é a posição do Cristo Ressuscitado, onde obedecemos e estamos preparados para levar o exemplo de Jesus Cristo.
  • Estar sentado: é a posição de escuta, de diálogo, de quem medita e reflete.
  • Estar ajoelhado: é a posição de quem se põe em oração profunda, confiante.
  • Genuflexão: faz-se dobrando o joelho direito até o solo. Significa adoração, pelo que é reservado ao Santíssimo Sacramento, quer exposto, quer guardado no sacrário. Atenção coroinhas: Não fazemos genuflexão nem inclinação profunda àqueles que transportam os objetos que se usam nas celebrações, por exemplo, a cruz, os castiçais, o livro dos evangelhos. Não fazemos genuflexão para imagens.
  • Prostrar-se: significa estender-se no chão; expressa profundo sentimento de indignidade, humildade, e também de súplica. Usamos na sexta-feira santa, no inicio da celebração da paixão.
  • Reverência: sinal de reverência e de honra que se presta às pessoas ou às imagens. Faz-se inclinação diante da cruz, no inicio e no fim da celebração; ao receber a benção; quando, durante o ato litúrgico, há necessidade de passar diante do tabernáculo; antes e depois da incensação, e todas as vezes em que vier expressamente indicada nos diversos livros litúrgicos.
  • Erguer as mãos: é um gesto de súplica ou de oferta do coração a Deus. Usadas no pai-nosso e cantos de louvor.
  • Colocar a mão no peito: é expressão de dor e arrependimento dos pecados. Este gesto ocorre na oração Confesso a Deus todo-poderoso...
  • Silêncio: é atitude indispensável nas celebrações litúrgicas.

Espaço da celebração

Presbitério: espaço ao redor do altar, geralmente um pouco elevado, onde se realizam os ritos sagrados.

Altar: mesa fixa ou móvel destinada à celebração eucarística.

Ambão ou mesa da palavra: estante de onde se proclama a palavra de Deus.

Credência: mesinha onde se colocam os objetos litúrgicos que serão utilizados na celebração.

Púlpito: nas igrejas mais antigas, lugar de onde o sacerdote dirige a pregação.

Sacrário ou tabernáculo: espécie de pequena urna onde se guarda o Santíssimo Sacramento.

Batistério: lugar reservado para a celebração do batismo. Em substituição ao verdadeiro batistério, usa se a pia batismal.

Sacristia: sala anexa à igreja onde se guardam as vestes dos ministros e os objetos destinados às celebrações; é também o lugar onde os ministros se para­mentam.

Nave da igreja: espaço reservado aos fiéis.

Vestes litúrgicas ou paramentos

Alva ou túnica: veste longa, de cor branca, comum aos ministros de qualquer grau.

Amito: pano que o padre coloca ao redor do pes­coço antes de revestir outros paramentos (pouco usado).

Casula: veste própria do sacerdote que preside a celebração. Espécie de manto que se veste sobre a alva e a estola. A casula acompanha a cor litúrgica do dia.

Capa pluvial: capa longa que o sacerdote usa ao dar a bênção com o Santíssimo, ou ao conduzi-Io nas procissões, e ao aspergir a assembléia.

Cíngulo: cordão com o qual se prende a alva ao redor da cintura.

Dalmática: veste própria do diácono. É colocada sobre a alva e a estola.

Estola: veste litúrgica dos ministros ordenados.

O bispo e o presbítero a colocam sobre os ombros de modo que caia pela frente em forma de duas tiras, acompanhando o comprimento da alva ou túnica Os diáconos usam a estola a tiracolo sobre o ombro es­querdo, pendendo-a do lado direito.

Véu do cálice: pano quadrado com o qual se cobre o cálice (quase não se usa mais).

Véu umeral (ou véu de ombros): manto retangu­lar que o sacerdote usa sobre os ombros, ao dar a bên­ção com o Santíssimo ou ao transportar o ostensório com o Santíssimo Sacramento.

As insígnias do bispo

Mitra: uma espécie de chapéu alto com duas pon­tas na parte superior e duas tiras da mesma tela que caem sobre os ombros.

Báculo: cajado que o bispo utiliza para as celebra­ções. Simboliza que o bispo é pastor.

Solidéu: peça de tela de forma arredondada e côn­cava que cobre a coroa da cabeça.

Anel: simboliza união do bispo com os fiéis de sua diocese e, de maneira mais abrangente, a união do bis­po com toda a Igreja.

Cruz peitoral: cruz que os bispos levam sobre o peito.

Cores Litúrgicas

A respeito das cores litúrgicas, seguimos as orien­tações do Missal Romano (cr. Instrução Geral sobre o Missal Romano, números 308-310).

O BRANCO simboliza a vitória, a paz, a alegria.

É usado nos ofícios e missas do tempo pascal e do Na­tal; nas festas e memórias do Senhor, exceto as da Paixão; nas festas e memória da Bem-aventurada Vir­gem Maria, dos Santos Anjos, dos Santos não márti­res, na festa de Todos os Santos, são João Batista, são João Evangelista, Cátedra de são Pedro e Conversão de são Paulo.

O VERMELHO simboliza o fogo, o sangue, o amor divino, o martírio. É usado no domingo da Paixão (= domingo de Ramos) e na Sexta-feira santa; no domin­go de Pentecostes, nas celebrações da Paixão do Se­nhor, nas festas dos Apóstolos e Evangelistas e nas celebrações dos Santos mártires.

O VERDE é a cor da esperança. É usado nos ofí­cios e missas do tempo comum.

O ROXO simboliza a penitência. É usado no tem­po do advento e na quaresma. Pode também ser usado nos ofícios e missas pelos mortos.

O PRETO é símbolo de luto. Pode ser usado nas missas pelos mortos.

O ROSA simboliza a alegria. Pode ser usado no III domingo do advento e no IV domingo da quaresma.

Objetos destinados às celebrações litúrgicas

Os objetos litúrgicos são de grande importância, porque são através delas que o coroinha utiliza em um ato litúrgico, por isto exige responsabilidade e acima de tudo cuidado e postura.

Objetos litúrgicos: não são apenas coisas concretas, são sinais, por isso transmitem mensagem, não só pela presença deles, mas pelo modo como são utilizados. A beleza da patena, do cálice e âmbulas, o formato e o acabamento das velas, as flores naturais e sua conservação, tudo isso deve concorrer para uma proveitosa celebração do memorial da páscoa de Cristo.

Aqui estão os utensílios litúrgicos: (temos momentos certos para utilizá-los, por isto é importante a atenção, principalmente do coroinha).

  • Âmbula, cibório ou píxide: Recipiente para a conservação e distribuição das hóstias aos fiéis.
  • Aspersório: Instrumento com que se joga água benta sobre o povo ou objetos.
  • Caldeirinha: vasilha onde se coloca água benta para aspersão do povo.
  • Cálice: recipiente no qual se consagra o vinho durante a missa.
  • Castiçal: Utensílio que serve de suporte para uma vela.
  • Corporal: tecido em forma quadrangular sobre o qual se depõem o cálice com vinho e a patena com a hóstia.
  • Hóstia: pedaço de pão não fermentado, usado para a celebração eucarística, para a comunhão do padre.
  • Manustérgio: toalha com que o sacerdote enxuga as mãos, após lavá-las durante a missa.
  • Pala: cartão quadrado, revestido de pano, para cobrir a patena e o cálice
  • Patena: pequeno prato, geralmente de metal, para conter a hóstia durante a celebração da missa.
  • Partícula: pequeno pedaço de pão sem fermento, em geral de forma circular, que o padre consagra para a comunhão dos fiéis.
  • Sanguinho ou purificatório: tecido retangular com o qual o sacerdote, depois da comunhão, seca o cálice e, se for preciso, a boca e os dedos.
  • Teça: pequeno estojo, geralmente de metal, em que se leva a eucaristia aos enfermos. É usada também na celebração eucarística para conter as partículas.
  • Círio Pascal: vela grande que é benzida e solenemente introduzida na igreja no inicio da vigília pascal; em seguida é colocada ao lado da mesa da palavra ou ao lado do altar. O círio permanece aceso durante as ações litúrgicas do tempo pascal (até a festa de pentecostes). Na nossa comunidade e em muitos lugares costuma-se colocar o círio, fora do tempo pascal, junto a fonte batismal, acendendo-o em cada celebração batismal. O círio pascal aceso simboliza o Cristo ressuscitado.
  • Incenso: resina aromática extraída de várias plantas, para se colocar sobre brasas nas celebrações.
  • Luneta: peça circular do ostensório onde se coloca a hóstia consagrada para a exposição do Santíssimo.
  • Naveta: pequeno vaso onde se transporta o incenso nas ações litúrgicas.
  • Ostensório: objeto no qual se mostra aos fiéis a hóstia consagrada na solene exposição do Santíssimo.
  • Turíbulo: vaso utilizado para as incensações durante a celebração.
  • Galhetas: Recipiente que contém água e vinho para o momento eucarístico

Vocabulário do Acólito

Para ser um bom acólito tens de conhecer o nome de tudo o que se utiliza na celebração da missa e nos outros actos litúrgicos.

Para que possas realizar melhor esta tarefa tão importante, apresentamos-te aqui uma lista destes nomes;

para que os aprendas bem e sejas, cada vez mais,

um bom acólito, como tu queres e como Jesus

e a comunidade cristã espera de ti.


A EUCARISTIA

* HÓSTIA: Pão que se utiliza na celebração da Eucaristia, e que se converte para nós no Corpo de Cristo. Também se lhe dá o nome de pão ázimo, antes da consagração.

* PATENA: Recipiente em forma de prato ou cesta no qual se colocam as hóstias para a consagração;

* PÍXIDE: Recipiente em forma de taça no qual se guardam as hóstias;

* CÁLICE: Taça na qual se põe o vinho que se converterá em Sangue de Cristo.

* GALHETAS: Onde se colocam o vinho e a água que se usarão no cálice.

* LAVANDA: Conjunto de utensílios que se usam para lavar as mãos do presidente da celebração, principalmente no momento antes da Oração Eucarística. Formado por uma jarra, um recipiente para recolher a água e uma toalha;

* CORPORAL: Pano quadrado que se coloca sobre o altar para se colocar o pão e o vinho da Eucaristia;

* SANGUINHO: Pequena toalha branca para purificar o cálice e a patena, e também os dedos, depois da comunhão;

* CUSTÓDIA: Suporte de metal, normalmente artisticamente ornado, no qual se coloca o pão – o Corpo de Cristo – para o mostrar aos fiéis. Utiliza-se na exposição do Santíssimo e nas procissões Eucarísticas.



OS LIVROS

* MISSAL: Livro grande que contêm os orações próprias da Missa, (ou seja, o que nós dizemos a Deus), e os ritos que se têm de seguir para a celebrar.

* LECCIONÁRIO: Livro que contêm as leituras bíblicas que se lêem na Missa e outras celebrações litúrgicas, (ou seja, a Palavra que Deus nos dirige). Existem vários, segundo os diversos tempos e ocasiões.

* RITUAL: Livro que contém as celebrações dos diferentes sacramentos, (excepto a Missa), e demais acções litúrgicas.

AS VESTES

* ALVA: Túnica branca que cobre todo o corpo e constitui a vestimenta básica de todos os ministros da celebração litúrgica;

* AMITO: Peça de roupa que se coloca debaixo da alba e tem a função de tapar a gola da roupa normal. Também pode ter a forma de capuz;

* CÍNGULO: Cinto em forma de corda que se utiliza para prender a alba à cintura;

* ESTOLA: Peça de tecido da cor litúrgica do dia, que se põe sobre a alba. Reservada aos ministros ordenados. Os sacerdotes e bispos colocam-na ao redor do pescoço e caindo sobre o peito, os diáconos em diagonal sobre o peito e costas;

* CASULA: Manto amplo, da cor litúrgica do dia, aberto dos lados e sem mangas, com um espaço para passar a cabeça. É o paramento do presbítero ou do bispo que presidir à Eucaristia;

OS LUGARES

* PRESBITÉRIO: Lugar da Igreja onde está o altar, o ambão e a sede, no qual se colocam os ministros que actuam na celebração;

* ALTAR: Mesa na qual se celebra a Eucaristia;

* AMBÃO: Lugar donde se proclamam as leituras da Palavra de Deus.

* SEDE: Assento a partir do qual o sacerdote preside à celebração, quando não está no altar;

* CREDENCIA: Mesinha que se coloca num lugar discreto do presbitério para deixar nela tudo o que for necessário nalgum momento da celebração;

* SACRÁRIO: Lugar onde se guarda o Corpo de Cristo depois da celebração da Eucaristia, para que se possa levar aos doentes quando seja necessário, e para que todos possam rezar diante dele;

* BAPTISTÉRIO: Lugar onde está a Pia Baptismal para a celebração do Baptismo;

* CONFESSIONÁRIO: Lugar no qual se celebra o sacramento da penitência ou reconciliação.

OUTROS OBJETOS

* DALMÁTICA: Veste solene, com mangas e justa ao corpo, que o diácono pode usar;

* MITRA: Ornamento pontiagudo que cobre a cabeça dos bispos como símbolo da sua função de cabeça da comunidade cristã;

* BÁCULO: Bastão que os bispos levam como símbolo da sua missão de pastores da Igreja.

OBJETOS

* CASTIÇAIS: Suportes onde se colocam as velas sobre o altar, ou junto a ele;

* CANDELABROS: Suportes onde se colocam as velas que se levam nas procissões, ou para acompanhar a proclamação do Evangelho, nas ocasiões solenes;

* CIRIO PASCAL: Círio que se acende no início da Vigília Pascal e que simboliza a luz de Cristo Ressuscitado. Durante todo o tempo pascal está no presbitério. Também se utiliza todo o ano na celebração dos baptismos e dos funerais;

* TURÍBULO: Objecto que serve para oferecer o incenso. Composto por um pequeno braseiro sustentado por correntes. No braseiro colocam-se carvões acesos sobre os quais se põe o incenso para que arda e liberte o seu aroma.

* NAVETA: Objecto em forma de navio, (normalmente), onde está o incenso para ser utilizado pelo turiferário;

* HISSOPE: Objecto utilizado para a aspersão com água benta. Formado por uma bola com vários furos na ponta de um tubo.

* ÂMBULAS: Objectos onde se guardam os santos óleos utilizados em determinados sacramentos. Os santos óleos são três: o óleo do crisma, o óleo dos enfermos e o óleo dos catecúmenos. Às âmbulas dá-se igualmente o nome de “caixa dos santos óleos”.